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Aumentos do salários na EDP é perfeitamente normal

Eduardo Catroga, chairman da EDP
Eduardo Catroga, chairman da EDP Foto: Sicnoticias.sapo.pt

O presidente do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da EDP, Eduardo Catroga, diz que o aumento do salário do CEO da empresa, António Mexia, para um máximo de 2,6 milhões de euros este ano e no próximo, é “normal”.

“É o Conselho Geral e de Supervisão que tem como função e competência a definição da remuneração do Conselho de Administração Executivo. É um tema importante e neste mandato a nova Comissão de Vencimentos entendeu reponderar a política de remunerações, olhando para o mercado nacional, para a EDP e para o mercado ibérico.

O plenário considerou a proposta adequada e, portanto, tudo normal”, disse, ontem após a Assembleia Geral de acionistas que votou essas alterações. 

Segundo Catroga, que como presidente do CGS é também o presidente não executivo da EDP, os acionistas concordaram em massa (99% do capital representado na Assembleia Geral de ontem) com a proposta da Comissão de Vencimentos e eles é que são “soberanos nestas matérias”.

Aliás, o dirigente garante que continua a haver “uma grande convergência” dos acionistas nos objetivos da empresa, “que vão continuar, ainda que adaptados a uma nova realidade, porque o mundo está a mudar”. E acrescenta, “estamos agora a trabalhar no plano estratégico para 2016-2020 e há contactos com os acionistas nesse sentido”, reparou. Além de Mexia, cujo salário fixo cresce de 600 mil para 800 mil euros, ao que se junta depois as partes variáveis até perfazer os tais 2,6 milhões de euros, também o CFO Nuno Alves e o CEO da EDP Renováveis, João Manso Neto, vão ganhar mais este ano.

Os seus salários fixos anuais passam de 480 mil para 560 mil euros ao que acresce ainda uma parte variável que será, no máximo de 3,6 milhões de euros, mas a dividir por ambos.

Já os restantes membros da administração mantém o salário fixo nos 480 mil euros, mas poderão receber mais de variável e, por isso, podem ganhar até 7,7 milhões de euros, mais uma vez a dividir por todos. Eduardo Catroga também vai receber mais, passando de 490,5 mil para 515 mil euros por ano.

Fonte: Dinheiro Vivo



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