Vasques Branco, que entre os anos de 2007 e 2013 foi presidente da Junta de Freguesia de Riba de Mouro, em Monção, foi acusado de crimes de peculato por durante oito anos ter falsificado documentos com os quais desviou cerca de 600 mil euros - quantia que depois guardou em 215 contas bancárias espalhadas por seis instituições de crédito.

 

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Fundações e organismos do oculto secretos e onde proliferam nomes ligados a casos obscuros, casos pendentes na justiça ou que já prescreveram, poderão ser considerados de utilidade pública???

 

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Fonte de um email recebido ontem: 

 

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Petrolífera venezuelana PDVSA, um "importante cliente do BES", terá usado o banco para enviar dinheiro para offshores e responde por parcela “significativa” dos 7,8 mil milhões de transferências.

 

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Uma investigação do jornal Público revela que a instituição criada pela Igreja Católica tem, há pelo menos uma década, 2,1 milhões de euros no banco.

 

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Paulo Morais, mais uma vez coloca os nomes feios que correspondem ás coisas feias, que se fazem na politica em Portugal...

 

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O ministro das Finanças responsabilizou, esta quarta-feira, o anterior Governo PSD/CDS-PP pelo "desvio enormíssimo" no plano de negócios da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que ultrapassou os três mil milhões de euros.

 

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A Direcção do Santuário de Fátima apresentou um relatório que comprova a falta de fundos para a manutenção de todo o recinto no ano de 2017.

 

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Chama-se Carles Recio e é o chefe de um departamento do Arquivo Geral e Fotográfico de Valência, Espanha, um cargo que desempenha há dez anos e pelo qual recebe 50 mil euros ao ano. A questão é que nunca foi trabalhar.

 

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O inspector da Judiciária que foi preso pelos colegas da Unidade de Combate à Corrupção, em julho de 2016, por ter desviado um maço de 200 mil euros em notas numa busca à mansão do ministro das Finanças da República do Congo, Gilbert Ondongo, na Quinta da Marinha, Cascais, foi agora acusado por peculato.

 

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