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Homem morre em asilo. Enfermeiras encontram algo

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Homem morre em asilo. Enfermeiras encontram algo
Catracalivre.com.br

Em asilos ao redor do mundo, milhares de idosos esperam ansiosamente a visita ou, pelo menos, um telefonema de seus familiares. A realidade é que muitos se sentem abandonados e, no fim de suas vidas, seus corações batem amargurados e tristes. Porém, em uma casa de repouso na Alemanha, a morte de um idoso deixa todos de queixo caído. O homem era tido como rabugento pelas funcionárias do local, mas quando elas esvaziam e arrumam seu quarto, as mulheres encontram algo que parte seus corações.

 Entre os pertences do paciente – testemunhas silenciosas de uma vida inteira – as enfermeiras encontram este texto:

“Enfermeiras, o que vocês vêem?

 O que vocês pensam quando olham para mim?

 Um velho rabugento, não muito inteligente,

 com hábitos estranhos, olhar aborrecido.

 Que baba enquanto come e não responde a nenhuma pergunta.

 Se elas dizem em alta voz: “Eu gostaria que você tentasse.”

 Ele parece não notar nada a seu redor.

 E sempre perde algo. A meia ou um sapato?

 Independente do que ele queira, elas fazem o que bem entendem.

 Com o banho e alimentação, o longo dia elas preenchem.

 É isso que vocês acham? É isso que vocês vêem?

 Então abram os olhos enfermeiras, vocês não me enxergam.

 Eu vou lhes dizer quem sou.

 Vou lhes explicar porque me sento aqui tão quieto

 e sigo as instruções de comer que vocês passam:

 Eu sou uma criança pequena, de 10 anos, com um pai e uma mãe,

 e irmãos e irmãs que se amam.

 Um jovem de 16 anos, com asas nos pés.

 Cheio de sonhos de encontrar um amor em breve.

 Um noivo de 20 anos, com o coração em sobressaltos,

 pensando nos votos que eu prometi que iria manter.

 Agora, com 25 anos, tenho meus próprios filhos

 e sei que preciso garantir o sustento do lar.

 De repente, me vejo um homem de 30 anos, meus filhos estão crescendo rapidamente,

 e nossa familia permanece unida.

 Com 40 anos, meus jovens filhos cresceram e já saíram de casa.

 Mas minha esposa está ao meu lado, não me permitindo lamentar.

 Com 50 anos, tenho bebês outra vez no meu colo.

 Eu e meu amor aprendemos novamente a cuidar de crianças.

 Dias negros se abatem sobre mim, minha mulher faleceu.

 Eu penso no futuro, eu tremo de medo.

 Os filhos do meu filho caçula já estão grandes.

 E eu penso nos anos que se passaram e no amor que conheci.

Eu sou agora um homem velho e a natureza é cruel.

Eu brinco com a minha idade, como um tolo.

O corpo, ele se desintegra. Sua graça e força se vão.

Há agora uma pedra onde antes havia um coração.

Mas neste velha carcaça um jovem ainda perdura.

Emoções ainda sacodem meu coração desgastado.

Lembro-me das alegrias, lembro-me da dor.

E vivo e amo, num eterno ‘replay’.

Eu penso nos anos, muito rápidos, tão poucos.

Eu aceito o fato de que nada pode permanecer.

Então, abram os olhos e vejam.

Eu não sou apenas um velho rabugento.

Olhem mais de perto, me ENXERGUEM de verdade!”

Nunca parta do pressuposto de que os idosos não estão notando nada à sua volta. Os velhos vovôs e vovós vivem e sentem exatamente como você. Em cada um de nós bate um coração que permanece jovem, mesmo quando o corpo já não é o mesmo.

Lembre-se destas palavras a cada vez que você estiver perto de um idoso e trate-o de maneira adequada. Não o descarte, não o infantilize. Todos nós um dia envelheceremos e podemos acabar na mesma situação. Compartilhe este artigo com seus amigos e transmita esta importante mensagem: todo mundo merece respeito, amor e atenção.

Fonte: Vai Dar Zebra

 

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